Segunda ou terça, 20h
Uma mesa de gestores que destrincha casos reais. Toda semana.
Esse grupo não é definido por cargo. É definido por peso: se existe uma área, um time ou um resultado que só anda se você fizer andar, essa mesa é sua. Não é curso, não é mentoria, não é palestra — é a conversa de igual pra igual que quase nenhum gestor tem dentro da própria empresa.
0min
ao vivo, câmera aberta
0 mesas
segunda ou terça, 20h
R$0
por mês. Sem fidelidade
[ 02 ]
Uma mesa,
por dentro
Eu abri a Entre Gestores porque vivi o problema que ela resolve: cheguei a posições em que as decisões eram minhas — e não tinha com quem pensar de igual pra igual. Chefe não serve pra isso. Time não serve pra isso. Curso de liderança eu já tinha feito, e não era isso.
Numa mesa recente, o caso era um colaborador competente que não consegue ser objetivo. A pergunta de dez segundos que recebe resposta de vinte minutos. O detalhe que travava o gestor: o feedback já tinha sido dado — mais de uma vez, por mais de uma pessoa. Endurecer e arriscar que a pessoa se feche de vez, ou tolerar e seguir pagando o custo em reunião infinita?
A mesa não deu resposta pronta. Fez perguntas que ele não tinha se feito — "ele é muito bom… segundo o quê?", "quem paga a conta desse comportamento hoje?" — e cada resposta mudou o caso. Vieram relatos de quem já viveu dos dois lados, inclusive de um gestor que se reconheceu no prolixo. O dono do caso chegou com uma dúvida e saiu com seis. Achou ótimo.
É isso que a mesa faz. Nada além disso.
[ 03 ]
Como
funciona
-
A assinatura é de uma mesa: segunda às 20h ou terça às 20h. Você escolhe a sua na entrada. É o seu horário fixo na semana — não é rodízio.
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90 minutos ao vivo, câmera aberta. Quem trouxe caso senta no centro da conversa; a roda destrincha. Ninguém é obrigado a falar — mas a mesa espera que você entre na conversa, porque é disso que ela é feita.
-
O caso chega de um de dois jeitos. Aberto: está acontecendo agora, sem final — a mesa pergunta e traz visões de quem já viveu parecido. Vivido: já passou, mas é contado só até o ponto da decisão — a mesa diz o que faria, e só depois o narrador revela o que deu.
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Na semana em que não puder, tudo bem. A cadeira fica pra quem vai; você continua no grupo do WhatsApp da sua mesa e recebe os registros do que foi discutido.
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As melhores discussões das duas mesas viram registros escritos que chegam pra todo mundo — o que a mesa de segunda destrinchou alcança quem é da terça.
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Ninguém precisa ter a resposta. A mesa não promete solução — promete a conversa que ajuda a decidir melhor.
[ 04 ]
Pra quem é /
pra quem não é
É a sua mesa se você:
- Carrega uma área, um time ou um resultado que só anda se você fizer andar — o cargo importa menos que o peso.
- Topa trazer seus casos e destrinchar os dos outros. Metade do valor da mesa é o que você dá, não o que você recebe.
- Quer critério pra decidir, não fórmula pronta.
Não é a sua mesa se você:
- Procura curso gravado pra assistir sozinho, no seu tempo.
- Quer entrar pra prospectar clientes entre os membros.
- Espera resposta mastigada sem se expor.
Na lista de quem já chegou tem gestor de indústria, de hospital, de restaurante, de construtora, de tecnologia e de serviço público. Os setores não se repetem; os dilemas, sim.
Quem ainda não carrega esse peso, mas quer carregar um dia, também tem cadeira — pra ouvir a conversa de quem já vive isso, não pra nivelá-la por baixo.
[ 05 ]
Quem já
senta na mesa
[PLACEHOLDER: depoimento 1]
[PLACEHOLDER: nome e contexto]
[PLACEHOLDER: depoimento 2]
[PLACEHOLDER: nome e contexto]
[PLACEHOLDER: depoimento 3]
[PLACEHOLDER: nome e contexto]
[ 06 ]
Quem
facilita
Eu facilito a mesa — não sou o palco dela. Sou empresário; hoje conduzo a modernização da Contrei, empresa de medicina e segurança do trabalho da minha família, onde vivo na prática os mesmos dilemas que chegam à mesa. Antes, liderei times de produto no QuintoAndar e na Company Hero — e passei por startup em estágio inicial, venture capital e empresa tradicional, o que me ensinou que os setores mudam e os dilemas de quem carrega o peso, não.
No dia a dia, atendo empresários e gestores em projetos de tecnologia. Geralmente de dois tipos: o que tem ideia demais e não sabe por onde começar nem o que vai dar resultado, e o que conhece bem o próprio problema, desconfia que tecnologia resolve, mas não sabe como. Nos dois casos, o trabalho começa pelo mesmo ponto — decidir o que vale antes de investir — e, quando faz sentido, sigo junto até a entrega.
Facilitação eu não aprendi improvisando: sou facilitador formado pela Fundação Estudar, onde ministrei cursos de liderança, inteligência emocional e autoconhecimento antes de abrir esta mesa.
Ciência da Computação (UFOP), MBA em Gestão Empresarial (USP), Liderança de Produtos de IA (Tera).
Meu papel na mesa é garantir que a conversa renda. As respostas vêm do grupo.
[ 07 ]
Mini-FAQ
Não. O que existe são as mesas ao vivo, o grupo e os registros das discussões.
Pode começar ouvindo. Mas a mesa espera que você entre na conversa — é disso que ela é feita.
A cadeira fica pra quem vai; você segue no grupo e recebe os registros.
Pode — é só me chamar. Sem burocracia.
[ 08 ]
A comunidade é aberta.
A mesa tem tamanho de mesa.
Qualquer gestor que se reconheça nesta página pode assinar — escolhendo sua mesa: segunda, 20h ou terça, 20h.
Gestores
R$ 97
por mês. Sem fidelidade — você cancela quando quiser, sem burocracia.
Inclui a sua mesa semanal, o grupo no WhatsApp da sua mesa e os registros das discussões das duas mesas.
[ Entrada ]
Entrar para a mesaVocê escolhe a sua na entrada. É o seu horário fixo na semana — não é rodízio.
E uma condição que eu faço questão de deixar escrita: participe da sua primeira mesa. Se sair de lá sentindo que não é pra você, me pede o estorno e eu devolvo o valor. Prefiro devolver R$ 97 a ter na mesa alguém que não quer estar nela.
Se você leu até aqui e não se reconheceu, tudo bem. Essa mesa não é pra todo mundo — e é melhor assim, pra quem está nela.